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23 de mai de 2012

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) repudiou a aprovação, na Câmara.


Movimento espera que projeto seja barrado no Senado
Foto: www.contracorrupcao.com.br O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) repudiou a aprovação, na Câmara na noite de terça-feira, de projeto que acaba com a exigência de aprovação das contas de campanha anteriores para que candidatos obtenham quitação eleitoral. A mudança permitira a candidatura de políticos conta-suja. O MCCE enfatiza que a Câmara "sem qualquer debate popular aprovou lei que anistia os políticos que fraudaram suas prestações de contas de campanha". Na nota, o movimento diz esperar que o Senado rejeite a matéria e conclama a sociedade a se manifestar contra o " ato atentatório à própria imagem do Congresso Nacional". "O Projeto de Lei nº 3839/2012 atenta contra tudo o que deseja a sociedade brasileira, que se encontra mobilizada em favor dos valores da ética e da moral, que devem presidir as declarações do Parlamento", diz um trecho da nota. O projeto foi votado na terça-feira na Câmara, em uma votação relâmpago e sem estar na pauta original de votações. Veja a íntegra da nota: “O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE, rede de organizações sociais responsável pela conquista da Lei da Ficha Limpa, vem a público repudiar veementemente a atitude da Câmara dos Deputados, que sem qualquer debate popular aprovou lei que anistia os políticos que fraudaram suas prestações de contas de campanha. O Projeto de Lei nº 3839/2012 atenta contra tudo o que deseja a sociedade brasileira, que se encontra mobilizada em favor dos valores da ética e da moral, que devem presidir as declarações do Parlamento. Esperamos do Senado Federal a rejeição sumária dessa matéria, enquanto convidamos toda a sociedade a se manifestar contra esse ato atentatório à própria imagem do Congresso Nacional” // Informações do jornal o globo da pagina País.

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