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17 de ago de 2012

Ayres Britto confirma votação 'fatiada' no julgamento do mensalão.


Ayres Britto confirma votação 'fatiada' no julgamento do mensalão
Segundo presidente, caso será analisado conforme metodologia do relator.
Posição do revisor Lewandowski conflitava com a do relator Barbosa.
Presidente do STF participa da cerimônia de posse de
procuradores federais na sede da Advocacia-Geral da União
(Foto: Mariana Oliveira / G1)

Mariana Oliveira Do G1, em Brasília
Presidente do STF participa da cerimônia de posse de
procuradores federais na sede da Advocacia-Geral da União
(Foto: Mariana Oliveira / G1)
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, confirmou nesta sexta-feira (17) que o julgamento do processo do mensalão será "fatiado" para a análise das acusações contra os réus por tipos de crimes nos itens da acusação.
Ayres Britto deve abrir a sessão do julgamento de segunda-feira anunciando a divisão dos votos julgamento.
‎‎Segundo Britto, o julgamento ocorrerá "de acordo com a metodologia do ministro Joaquim Barbosa conforme o recebimento da denúncia". "Será usado o mesmo método por capítulos", disse nesta sexta antes de cerimônia de posse de procuradores federais na sede da Advocacia-Geral da União.
O voto será feito de acordo com os itens da denúncia. Nesta quinta-feira (16), por exemplo, foi analisado o item 3 que fala sobre corrupção apenas na Câmara dos Deputados. Na segunda-feira, será analisado o item 4 que trata sobre a corrupção no Banco do Brasil.
‎‎
O julgamento fatiado possibilita que o ministro Cezar Peluso, que será aposentado compulsoriamente em 3 de setembro quando completa 70 anos, vote pelo menos em parte do processo. Não se sabe se Peluso conseguirá estar presente até o fim do julgamento e se sua participação em parte da análise das acusações vai resultar em algum tipo de questionamento por parte da defesa dos 37 réus que respondem no Supremo pelo suposto esquema de compra de votos no Congresso durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Perguntado nesta sexta sobre se Peluso vai conseguir votar, Ayres Britto respondeu: "Não se sabe. Vai depender do andar da carruagem", disse. Ao final da cerimônia de posse, o presidente do STF não conversou com jornalistas e disse que estava atrasado para uma agenda no Rio de Janeiro.
Após uma discussão sobre como seriam os votos dos ministros, o revisor do processo, ministro Ricardo Lewandowski, cedeu e decidiu aceitar o método proposto pelo relator Joaquim Barbosa.

Mais informações no

Globo.com

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