Júnior Saraiva: VIRGÍLIO TÁVORA - Blog do Walter Lima

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29 de mai. de 2019

Júnior Saraiva: VIRGÍLIO TÁVORA

           Ler o livro “Virgílio Távora, um cearense estadista”, de César Barreto Lima e Saulo Barreto Lima, foi uma deliciosa volta ao tempo. Relembrei meu pai, José Maria Saraiva Nogueira, virgilista de primeira hora e seu seguidor por toda a vida. A visita do Coronel Virgílio Távora à cidade de Senador Pompeu era um acontecimento político da maior grandeza, nos anos sessenta aos oitenta do século passado. Nessas ocasiões, presenciei papai dizer a seus correligionários: vamos ouvir um homem sábio, honesto e verdadeiro.

          Após as reflexões advindas da leitura do livro, é inevitável não se pensar numa biografia romanceada do Coronel Virgílio. Um homem que dedicou a vida à política, viveu um amor eterno por sua Luiza e participou dos principais marcos da história política do país em sua época. Sem esquecer a louca paixão pelo Ceará, o que o levou a estruturar o estado para o desenvolvimento.

         Num dia, Virgílio despachava com o Presidente da República em Brasília, no outro, já estava no interior do Ceará com os chefes políticos locais. Nesse caso, seria interessante saber também dos políticos udenistas da província sobre o lado mais espontâneo do Coronel. Por exemplo, saber do Deputado Osmar Baquit (PDT), filho do saudoso ex Prefeito de Quixadá Aziz Baquit, sobre os causos que ficaram no rastro das visitas de Virgílio a seus liderados da Cidade dos Monólitos.

        Não poderia faltar o testemunho do advogado Kleber Mineiro, filho do Coronel José Mineiro, prefeito por três vezes do município de Pedra Branca. A amizade do Coronel José Mineiro com o Coronel Virgílio Távora era de uma camaradagem fora do comum. Nos períodos eleitorais, quando havia comício da Aliança Renovadora Nacional em qualquer cidade do sertão central, Virgílio ia dormir no distrito de Mineirolândia, na casa de José Mineiro. Antes, porém, jogavam baralho até as quatro da manhã.

       No período da ditadura militar, Virgílio deu provas de que a tolerância era a marca registrada de sua administração. Levou diversos membros da esquerda para exercer cargos de confiança no governo. O registro dessa e de outras histórias do Coronel com políticos da região - tais como Manoel de Castro e Esmerindo Arruda – revelaria um homem mais humano, brincalhão, piadista e democrático.

Saraiva Júnior, escritor.

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